Meu desafio pessoal

A ideia começou a se formar em março quando uma amiga resolveu fazer a tabela de peso. Esse ano eu já estava recuperando um pouco do peso que perdi, e essa semana faço exatos 5 anos da cirurgia, não existe mais poção mágica: ou fecho a boca ou sofro.
Naquela época, em março, voltei para a academia e a anotar os meu consumo calórico e fui bem no começo, mas estava escorregando todo final de semana, na mesma casca de banana: a cerveja. Abril foi um horror de ganho de peso, já dava para sentar e chorar. Daí veio um final de semana sem eventos e como eu sou uma bebedora de cerveja social, não bebi. No outro final de semana, fizemos um fondue, e portanto bebemos um pouco de vinho. Ao me pesar na balança depois de dois finais de semana sem cerveja: meu peso havia baixado! Resolvi acatar a mensagem que o meu corpo me passou e estou há 3 finais de semana sem me entregar ao néctar dourado dos deuses e o resultado foram -3,2 kg!

Cpiacerveja_proibido

Eu me desafiei a perder 12,2 kg em 10 meses e com isso já emagreci 26% do total. O verdadeiro desafio agora é não recuperar e continuar perdendo. Nos vemos na meta! Vem ni mim, os 9kg que faltam, porque eu tô facinha: sem cerveja e voltando pra academia hoje! =D

 

 

Molequíssimo ;)

Levadíssimo

Levadíssimo

Eu não sei direito quando ou como isso ocorreu, mas  a verdade é que aconteceu: chegou aquele momento onde novamente eu me pergunto: cadê o meu bebê???

Quem é esse moleque que sobe em portas, dribla bola, chama a gente de “cara” e usa termos como trollagem?

A cada dia me encanto mais com o conhecimento que ele adquire, com o carinho que ele nos trata e apesar de reconhecer que ele também tem falhas, assim como a gente, eu tenho um imenso orgulho desse molequinho!

E logo, logo, vai me chamar de chata, morrer de vergonha de mim, vai se apaixonar e quebrar a cara, vai crescer mais um tiquinho sem deixar de caber nem um pedacinho, dentro dos nossos corações … <3<3

O poder da sobrecoxa de frango

Dona Antonietta

Minha avó Nietta

Quem vê essa linda avozinha aqui na foto ao lado não iria nunca dizer que ela escondia a sobrecoxa do frango para o filho mais velho – meu pai. 😉

Cresci indo almoçar aos domingos em Angra e na hora do almoço, na mesa da cozinha da casa da avó, daquelas em que quando você faz as contas e repara que passou mais da metade de sua infância lá, ela separava sem nenhum pudor as duas sobrecoxas do frango, feito com tanto amor e carinho para as netas, nora e filho e as dava para o meu pai.
Sem discussão, sem chororô.
Eu gostava de sobrecoxa, aliás gosto até hoje, minha irmã também, mas no final do almoço quem tinha comido as duas sobrecoxas era o meu pai.

Juro que passei anos achando essa a maior injustiça da vida familiar até eu descobrir que apesar do João adorar purê de batatas lisinho, o Thiago gosta mesmo é do empelotadinho e descobrir que o purê de batatas empelotadinho será a “sobrecoxa” das memórias do meu marido, afinal mãe é mãe! 😉

Dono de estimação

Eu acho que fomos adotados. Eu até pensei em ir na feirinha de animais no sábado cedo, para pegar um filhote para o Thiago que anda muito cabisbaixo depois da partida do Pequeno, mas não fui. Mas todas as noites tenho visto um visitante no meu quintal. Ele é grande, de porte, soberbo e frajola.
Toda noite ele fica em cima do muro, esperando meu pai ir dormir, pois como ele escuta mal, a TV fica muito alta. Quando minha mãe assume o controle remoto e o Kevin, cão dono do quintal entra pra deitar aos pés da minha mãe, ele fica em cima da casa da bomba da piscina, nos namorando. Dá umas investidas no gramado, pega um calanguinho ou outro que sobrou, e volta majestoso para o seu pódio, em cima da casa da bomba.
Todo de preto, com a camisa branca por debaixo de um colete de pelos brancos, já recebeu o nome de Han Solo. Perto das 23h, desaparece.
Ele é gordo, brilhoso e acho até que eu vi uma coleira, mas não me deixo abater, afinal é no meu quintal que ele vem brincar praticamente todas as noites. Somos os donos de estimação dele!

Há seis anos atrás

Acho que o corpo da gente faz uma memória genética das datas.
Há exatos seis anos eu estava dando entrada na Casa de Saúde São José. Depois de 36 semanas de gestação de risco e várias noites sem dormir. Eu durmo bem hoje, sem problema algum, mas sempre no começo de fevereiro me dá uma dificuldade em pegar no sono que me faz pensar se é só ansiedade pelo aniversário do meu filho chegando ou se é uma maneira do meu corpo se lembrar das noites mal dormidas pela ansiedade do nascimento, o medo do parto, de ser mãe… não sei. Sei que aproveito esse tempo para relembrar tudo que aconteceu nesses últimos anos, do colo ao futebol, toda essa evolução desse serzinho que a gente não se dá conta no dia a dia, mas que quando a gente olha para trás a gente se espanta. O bebê sumiu faz tempo, mas tem horas que a gente ainda se assusta com isso.

Nada mudou tanto a minha vida como ser mãe.
Ser responsável pela vida de outra pessoa me transformou numa pessoa muito mais chata, é verdade, mas por incrível que pareça, também mais egoísta. Eu cheguei a conclusão, em algum momento em 2009, que para eu ser feliz como mãe, para ser inteira para o meu filho seria necessário eu ser inteira para mim. Não foi o emagrecimento que me modificou, o meu emagrecimento já foi fruto dessa minha mudança… Eu sei que eu ainda tenho um longo caminho a percorrer já que apesar de ter melhorado eu ainda coloco algumas pessoas na frente de mim. Não sei se isso não deveria acontecer, mas SINTO que em alguns momentos isso é necessário. Minha família ainda vem em primeiro lugar!

Meu filhote, meu melhor presente, que me ensinou que eu precisava me amar antes do que tudo, muito obrigada. ❤

Primeira foto do Thiago

Primeira foto do Thiago

A long way to go..

Esse ano fazem 4 anos que eu decidi fazer a louca, calçar os tênis de corrida e começar a – literalmente – correr atrás do prejuízo. Participei da minha primeira corrida em março de 2010, sozinha, determinada e apesar de não ter corrido os 5 km, eu consegui terminar a minha primeira corrida.

De lá pra cá aprendi muita coisa, intensifiquei os treinos, parei de treinar, voltei a correr, encontrei um grupo de amigas de adora correr, vou levando e empurrando com a barriga. Mas para 2014 eu resolvi como meta, aumentar a distância das minhas corridas: quero terminar o ano correndo com tranquilidade 10 km.

Isso vai cobrar de mim treinos diários, musculação para fortalecer a perna e a lombar, dieta para abaixar o peso e determinação. Não sou muito boa nisso, mas quero ver se com “baby steps” eu consigo. Minha meta inicial é correr todos os dias de fevereiro, pelo menos 1 km. Ontem eu consegui.

Tem um grilo falante no meu ombro, querendo que eu corra a meia maratona ano que vem… mas isso já é outra história 😛10 km pra felicidade

Ensino Fundamental

Esse vai aproveitar!

Carinha de levado!!

Hoje, primeiro dia útil de fevereiro, o Thiago inicia sua história escolar. Nada de pré escola, agora a parada é séria: Ensino Fundamental. Ele entrou no primeiro ano feliz e saltitante, com seu uniforme novo, livros e cadernos e deixou a mãe muito orgulhosa. Indo pra escola eu falei para ele no carro: “Filhote, estou tão orgulhosa de você indo pro Ensino Fundamental…” e ele me respondeu: “Eu também, mamãe, eu também”. Comecei a rir, é claro, mas pensando bem ele tem todo o direito de estar orgulhoso.  O mérito é dele que está lendo e escrevendo, que é ávido por conhecimento e que nos deixa de queixo caído 7 dias por semana. 🙂

Ele está eufórico em fazer testes e poder mostrar para a professora o que ele sabe – como é boa a inocência infantil – e aprender coisas novas.

Eu, do outro lado, estou apavorada: testes, provas, média 7.0 para passar, recuperação e reprovação. Fico aqui torcendo para que ele não perceba essa meu desespero materno. Não tenho medo das provas em si, sei que ele é inteligente, não estou aqui pra falsa modéstia, mas como ele passou pro fundamental a coisa agora é mais séria e é a seriedade das coisas que me assustam, afinal ele está entrando nos 6 anos esse mês. Terá ele maturidade? Atenção?

Me senti realizada em vê-lo feliz nesse início de jornada, que ele ainda não sabe, mas que será longa e irá definir amigos para a vida toda, irá moldar o seu caráter e construir sua personalidade.

Boa sorte, meu filho.

(Meu problema com a locaweb não acabou, mas a minha vontade de escrever só aumenta, então resolvi escrever um pouquinho, por aqui e depois que eu conseguir recuperar o meu domínio, eu passo esse post para lá. :))

evado!!

Agora não!

Thiago aprendeu uma nova expressão: "Agora não!" e pra ele serve pra exatamente qualquer coisa que ele não queira fazer.Muito esperto, ele aprendeu a procrastinar a tarefa desagradável por alguns minutos, ou se ele estiver com sorte, por algumas horas.

Essa semana ele parece ter dado um salto significativo na linguagem. A pronúncia das palavras está mais clara, menos tatibitati, e ele está muito mais comunicativo. Ontem quando eu cheguei do trabalho ele veio correndo me contar que tinha ficado de castigo, que foi o papai que tinha colocado ele de castigo, e o que tinha feito para ter que ficar sentado por 2 minutos numa poltrona que fica na sala. 🙂
Eu confesso que achei lindo ele vir correndo e contar.
Ele quis dividir o acontecimento comigo. Aquele menino que mal falava há uns meses atrás agora conta as experiências do dia para gente quando chegamos em casa.

Quanto a melhora eu acho que foi um combinado de coisas: há um amadurecimento da linguagem com novas palavras, verbos conjugados e frases com cada vez mais palavras. Mas eu acho que o nosso esforço de corrigir o tati-bitati está começando a surtir algum efeito. E acho fofo quando a gente corrige e ele repete com a boca bem aberta, sílaba por sílaba.
Ele fala "hipopóta" e eu corrijo: HI-PO-PÓ-TA-MO.

Ele ri, abre beeeeem a boca e repete: HI-PO-PÓ-TAAAAA

E eu acho lindo!
E não é pra achar lindo? 😉

Terrible Two (pode pular se você não é mãe/responsável por um criança menor de 3 anos =P)

Então, lembra do Thiago, aquele menino cordial que nunca reclamava de nada? Pois bem, isso tudo mudou esse ano, quando ele fez dois anos. Sempre achei graça dessa história dos “Terrible Two”, aliás, o que isso mais me lembra é do episódio da Família Dinossauro, quando eles resolvem comemorar logo o aniversário de três anos do Baby pra acabar logo com aquele comportamento (é, sou velha mesmo =P), mas nunca levei muita fé nisso. Até o meu filho fazer dois anos, é claro.

Agora, vocês lembram o Dr. Delamare? Pediatra consagrado no Brasil, ele “cuidou” mais da metade dos bebês brasileiros, direta ou indiretamente. Ele foi o precursor da pediatria no Brasil, batendo o pé que o Pediatra não era para ser apenas um médico que atende crianças, mas um especialista, com curso, registro, e tudo mais.
Eu disse que ele cuidou indiretamente de tantos bebês é porque ele foi os autores de um dos maiores best-sellers brasileiros, “A Vida do Bebê”, que fala da vida, saúde, alimentação, aspectos sociais, etc. da criança ao nascer até completar dois anos, lançado em 1941 e reeditado até hoje (a minha é de 2004 e é a 41º Ed). Na década de 70, havia dois livros: o já citado e o “A Vida de Nossos Filhos” que falava da criança dos dois até os 16 anos. Esse já não existe mais para a venda, mas que minha mãe guardou a edição que ela consultou durante os anos 70, mas que ficou esquecido na minha estante até ontem, quando eu peguei pra ler e me deparei com a descrição da criança de dois anos e meio, e vi um retrato do Thiago: mandão, possessivo, preso na negação,  fazendo mal-criação, passando de extremos em segundos, e com um sentimento de frustração muito grande.  Me interessei e comecei a ler e pesquisar um pouco mais e uma das coisas que eu percebi é que nessa fase a criança passa a ter noção das escolhas que lhe cerca, que ele não precisa fazer sempre tudo do jeito que lhe é ordenado, que ele tem voz e pode decidir por si próprio. Daí vem o problema:

Primeiro porque como ele passa a ter voz, ele passa a discordar do adulto no comando, e convenhamos, quando você está atrasada para ir pro trabalho e seu filho reclama e chora, às 06:50 da manhã porque não quer ir de tênis pra escola, mas sim com o chinelo do Homem Aranha, você realmente sente falta de um regime mais autoritário na sua casa.

Segundo, porque ele passa a ter a noção que ele não só pode, como deve opinar, e ele perde a segurança de ter alguém decidindo por ele, passa a ficar inseguro com as decisões a serem tomadas, e com isso há um cansaço mental. Como mãe leoa que eu sou, fiquei com muita pena do Thiago nesse momento.

Daí, fiquei pensando em como fazer para ajudá-lo a ter uma vida mais tranqüila, em como fazer essa transição, que segundo o Dr. Delamare não dura muito mais do que seis meses. No dia dos Pais, dei de presente pro Joao o livro “É claro que eu amo você – agora vá para o seu quarto – Educando filhos com amor e limites” da Diana Levy e  ela fala que em momentos em que a criança está frustrada, ao invés de explicações complicadas, sermões, castigos e tudo mais que nós, educadores, normalmente fazemos o mais importante é  completar o “reservatório emocional” da criança, mostre empatia à criança que a maior probabilidade é ela  passar do frustrado ao cordial.
Achei muito difícil, mas resolvi tentar. Deu certo.
E depois do incidente, quando eu abraço e da empatia, não existe uma segunda crise, mesmo que volte a ocorrer alguma coisa que o aborreça.

Portanto, pessoal, lembra daquele dia que tava uma merda e tudo que você queria era uma cerveja com os amigos para falar mal do chefe/namorado/marido/ situação financeira, mesmo sabendo que ninguém ali vai fazer nada pra resolver o problema, a não ser te escutar e, com sorte, te fazer rir do seu problema? Pois é , seu filho também precisa disso.
Incentive as boas amizades do seu pequeno, e enquanto ele não tem a maturidade para saber expor os problemas aos amigos, fique atento (a), identifique o problema e seja amigo (a) do seu pequeno. Eu acredito que dessa forma ele vai ser muito mais seguro, e conseqüentemente, mais feliz. 😉

Saindo em família

Sábado fomos levar o Thiago no Exploração Discovery Kids, que esses dias está aqui pelo RJ, adorei o passeio e acho que se o Thiago tivesse um ou dois anos a mais teria gostado muito mais, afinal é uma brincadeira educativa que explica as Regiões do Brasil.

Mas ele gostou das brincadeiras, dos personagens e no final ainda viu o Doki!
Uma brincadeira em que você "perde" no máximo meia hora. O perde veio entre aspas porque enquanto a gente fazia o tour pelas Regiões do Brasil haviam mais 10/12 crianças com a gente, cada qual acompanhada de seus pais e haviam alguns responsáveis que realmente acreditam que passar meia hora num brinquedo educativo com o seu filho, é perda de tempo.
Eu fiquei impressionada, porque ao longo do passeio, cada vez mais eles reclamavam.
Não entendo como existem pais assim no mundo. Eu, particularmente adoro cada minuto que passo com o meu filho.

Segue a foto do Thiago.

Eu não nasci para deixar de ser mãe

Eu ia dizer que não nasci para ser mãe, mais seria mentira. Eu era mãe antes de ter meu filho. Era mãe de sobrinho, mãe de amigos, mãe de todos.

Daí eu pensei bem e percebi que eu não nasci para deixar de ser mãe. Vou explicar: quando essas tragédias públicas acontecem, como o menino de Costa Barros ou o filho da Ciça Guimarães, a gente para para pensar na vida, para para pensar na morte e depois que eu virei mãe do Thiago essas tragédias me afetam muito mais. Eu lembro de receber a notícia da queda da Isabela com o Thiago ainda bebezinho, mamando, no meu colo, lembro da tristeza que eu senti e lembro de ter pensado que nunca poderia ter sido a madrasta, afinal ela tem filhos, e quem é mãe não ia fazer outra mãe a passar por isso. A dor de uma mãe quando deixa de ser mãe deve ser brutal.
Li uma vez uma citação de que eu não lembro o autor, em que dizia que é tão não natural uma mãe ficar sem filho que não existe nem um termo na Língua Portuguesa para isso: você perde o pai/mãe, é órfão, você perde marido/mulher, você vira viúva, quando você perde um filho, você fica perdida no mundo. Acho que é isso. Minha avó de parte paterna e minha nova avózinha de parte do marido, perderam filhos. Há anos. Nunca superaram, nunca recuperaram a alegria de antes, eu sempre aceitei isso, mas só tive dimensão da dor delas, depois que o meu Thiago nasceu.
Se quando o Thiago se machuca, a minha dor existe, imagina num caso de atropelamento? Não é só perder o filho, é a maneira que você perdeu.
Perder um filho com uma doença grave, gera uma dor, gera uma revolta, em alguns casos.
Perder um filho por culpa dele, gera a mesma dor, e uma tristeza, um complexo de culpa.
Agora perder um filho porque um rapaz irresponsável fez uma bandalha no trânsito, e aqui nem vou entrar no mérito se ele estava ou não batendo um pega, como a imprensa falou, mas só me refiro ao fato dele ter feito um retorno proibido no meio do túnel e ter voltado pela galeria fechada, não ter parado para prestar socorro e ter ido embora para casa como se nada tivesse acontecido, gera a mesma dor da perda, mas uma revolta muito maior, deve ter uma raiva pronta para explodir, mas que de nada adianta, nada vai trazer o Rafael de volta.

Um rapaz que dirige há 7 anos, mora na Barra e frequenta a noite da Zona Sul, SABE que aquele retorno é proibido, apenas para emergências e carros oficiais. Fingir desconhecer a lei não é desculpa. Me irrita. O pai ter mandando o menino ir para casa, sem enfrentar as consequências do que fez, me irrita. É nossa obrigação como pais educar bem, e faz parte da educação ensinar aos nossos filhos a enfrentar as consequências dos seus atos e isso começa de pequeno. Por mais que tenham horas que a vontade é de passar a mão na cabeça, a nossa obrigação é mostrar onde errou, ensinar a reparar os danos e deixar claro que alguns erros não tem compensação nessa vida.
E torcer para dar certo.

Que a dor de quem perde seus filhos seja diminuída pelo tempo e que seus corações fiquem em paz.

Um cara família

Uma das coisas que me encantou no Joao, foi o fato dele ser um cara família. Ele gosta de estar em família, seja na dele ou na minha. Pra mim, um fator determinante para um relacionamento durador, já que eu sou uma pessoa extremamente ligada a minha família e que tinha que arrumar um companheiro que se desse bem com a minha família tipicamente italiana: entrona e barulhenta.
Outra coisa boa nessa faceta do maridão é que isso o torna um pai melhor.
Ele não é um pai de fachada. Ele participa. De corpo e alma.
E eu acredito que isso venha do lado família dele. Para ele é tão importante o Thiago se sentir bem em família para que possa ter ao crescer o mesmo comportamento que nós.
E aí entra o fato que me estarrece. Eu sempre acreditei que ser família ou não era um fator tipicamente de criação. A gente aprende com os nossos pais como trata-los observando a maneira com que eles tratam os seus pais.
Então como é que pode numa mesma famíla, primos e irmãos serem tão diferentes???!!!

Eu fico grata em saber que o meu marido pensa e age como eu. Ele age assim com o filho, com a mãe, com a avó e agiu assim com o pai também.
Thiago terá bons exemplos. 🙂