O poder da sobrecoxa de frango

Dona Antonietta

Minha avó Nietta

Quem vê essa linda avozinha aqui na foto ao lado não iria nunca dizer que ela escondia a sobrecoxa do frango para o filho mais velho – meu pai. 😉

Cresci indo almoçar aos domingos em Angra e na hora do almoço, na mesa da cozinha da casa da avó, daquelas em que quando você faz as contas e repara que passou mais da metade de sua infância lá, ela separava sem nenhum pudor as duas sobrecoxas do frango, feito com tanto amor e carinho para as netas, nora e filho e as dava para o meu pai.
Sem discussão, sem chororô.
Eu gostava de sobrecoxa, aliás gosto até hoje, minha irmã também, mas no final do almoço quem tinha comido as duas sobrecoxas era o meu pai.

Juro que passei anos achando essa a maior injustiça da vida familiar até eu descobrir que apesar do João adorar purê de batatas lisinho, o Thiago gosta mesmo é do empelotadinho e descobrir que o purê de batatas empelotadinho será a “sobrecoxa” das memórias do meu marido, afinal mãe é mãe! 😉

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